6. Ficha del artículo – vol 11 n°2

Jóvenes indígenas en la frontera: relaciones entre etnicidad, escolaridad y territorialidad

Young indigenous people on the boundaries: Relationships between ethnicity, schooling and territoriality

Jovens indígenas na fronteira: Relações entre etnicidade, escolaridade e territorialidade

Autor:

 

María Macarena Ossola, Argentina

Investigadora Universidad Nacional de Salta

Vol.11, N°2 pag. 547-562  /  DOI:10.11600/1692715x.1126180612
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Resumen (analítico):

Desde una perspectiva etnográfica, se analizan dos escenarios que ubican a los jóvenes indígenas ante situaciones fronterizas. Por un lado, la condición de habitar en los límites geográficos y administrativos que separan a los Estados nacionales. Por el otro, se aborda la escolaridad formal entendiéndola como un espacio de transición o frontera.
Planteamos que la frontera, en tanto categoría analítica, se ha convertido en una herramienta teórica colmada de tensiones en las ciencias sociales, por lo que se propone un acercamiento particular desde la Antropología Social. Se ilustran las reflexiones con registros obtenidos a partir del trabajo de campo realizado en comunidades indígenas wichí (Argentina) en el marco de una investigación cualitativa que tiene por objetivo conocer los sentidos que guarda la educación formal para los jóvenes indígenas. Como resultado de la investigación se destaca la generación de conocimientos sobre la escolaridad obligatoria de los pueblos indígenas desde la perspectiva de los actores involucrados.

Palabras clave (Tesauro de Ciencias Sociales de la Unesco): Etnografía, jóvenes, población indígena, frontera, escolaridad obligatoria.

 

Abstract (analytical):

From an ethnographic perspective, two scenarios areanalyzedthat locate the young native people inbordersituations. On the one hand, the condition of living in the geographic and administrative limits that separate the national States. On the other, formal education is discussed understanding it as a transitional or borderspace.
We claim that the border, as to analytical category, has become a theoretical tool fraught with tensions in the social sciences, which is why a particular approach from Social Anthropology is proposed. The reflections are illustrated with records obtained from the field work conducted in the Wichíindigenous communities (Argentina) in the framework of a qualitative research that aims at knowing the senses that formal education holds in store for the young native people. A result of the research which stands out is the generation of knowledge about the compulsory schooling of the indigenous peoples from the perspective of the actors involved.

Key words (Social Sciences Unesco Thesaurus): ethnography, youth, indigenous peoples,
boundaries, compulsory education.

 

Resumo (analítico):

Desde uma perspectiva etnográfica, se analisam os cenários que colocam os jovens indígenas em situações fronteiriças. Por uma lado, a condição de habitar nos limites geográficos e administrativos que superam os Estados Nacionais. Por outro, se aborda a escolaridade formal compreendendo-a como um espaço de transição ou fronteira.
Reivindicamos que a fronteira, enquanto categoria analítica, tem-se convertido em uma ferramenta teórica marcada por tensões nas ciências sociais, para o que se propõe uma aproximação particular desde a Antropologia Social. As reflexões são ilustradas com registros obtidos a partir do trabalho de campo realizado em comunidades indígenas wichí (Argentina) no marco de uma investigação qualitativa que tem por objetivo conhecer os sentidos que guarda a educação formal para jovens indígenas. Como resultado da investigação se destaca a geração de conhecimentos sobre a escolaridade obrigatória dos povos indígenas desde a perspectiva dos atores envolvidos.

Palavras-chave (Thesaurus de Ciências Sociais da Unesco): etnografia, jovens, povos indígenas,fronteira, escolaridade obrigatória.