20. Ficha del artículo – vol 11 n°2

 

La evaluación educativa como dispositivo de constitución de sujetos

Educational Evaluation as mechanism for constitution of the Subject

A avaliação educacional como dispositivo de constituição de sujeitos

Autor:

 

Tomás Sánchez-Amaya, Colombia
Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Bogotá, D. C.

 

Vol.11, N°2 pag. 755-767  /  DOI:10.11600/1692715x.11220220812
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Resumen (analítico):

Este artículo constituye una analítica –interpretativa- basada en la genealogía de Foucault; tiene el propósito de mostrar que la evaluación se configuró en instrumento de constitución de sujetos, en virtud de que, a través de una amplia red de tecnologías y dispositivos, hace presencia en la sociedad y, de múltiples y sutiles formas, determina tenues diferenciaciones entre anormalidad y normalidad, aceptados y rechazados, buenos y malos, aptos e ineptos, lo que sirve y lo que no, lo que se debe aceptar y lo que se debe rechazar. El ejercicio investigativo -mediado por el análisis de tres corpus documentales (normativos, teóricos, metateóricos,)- muestra diversas tipologías de sujetos: seleccionados, clasificados, certificados; conducidos, agenciados, gestionados; premiados o castigados; con derechos y obligaciones (a y de ser evaluados); sometidos perpetuamente a procedimientos de evaluación y examinación.
Este análisis evidencia cómo la evaluación, instalada en los sistemas educativos, funciona a través de una pluralidad de prácticas y discursos, como dispositivo de constitución de sujetos. La evaluación, a la manera de un nuevo panóptico, opera como herramienta para la homogeneización; para la vigilancia de los individuos, de las instituciones, de las poblaciones; para su regulación, su gestión, su normalización, su objetivación, su control, su dominio.

Palabras clave (Tesauro de Ciencias Sociales de la Unesco): Evaluación, evaluación educativa, poder, evaluación y control, evaluación y disciplina.

Abstract (analytical):

This article is an analytical – interpretative one based on Foucault’s genealogy; it aims at showing that evaluation was configured into an instrument of constitution of subjects, due to the fact that, through an ample network of technologies and devices, it appears in society and, in multiple and subtle ways, it determines tenuous differentiations between abnormality and normality, what is accepted and refused, good and bad, apt and inept, what suits someone’s purposes and what does not, what should be accepted and what should be refused. The investigating exercise –mediated by the analysis of three documentary corpuses (normative, theoretical, meta-theoretical ones,) – shows various typologies of subjects: Selected, classified, certified; driven, procured, negotiated; awarded or punished; with rights and obligations (to evaluate and to be evaluated); submitted perpetually to procedures of evaluation and examination. This analysis evidences how evaluation, installed in the educational systems, works through a plurality of practices and discourses, as a device for the constitution of subjects. The evaluation, in the manner of a new prison, operates as a tool for homogenization; for the surveillance of the individuals, the institutions, and the people; for their regulation, their management, their standardization, their objectification, their control, their domination.

Key word (Social Science Unesco Thesaurus): Evaluation, educational evaluation, power, evaluation and control, evaluation and discipline.

Resumo (analítico):

Este artigo apresenta uma análise-interpretativa baseada na genealogia de Foucault e tem o propósito de mostrar como a avaliação se configurou em um instrumento de constituição de sujeitos, em virtude de que através de uma ampla rede de dispositivos e tecnologias ela se faz presente na sociedade e, de múltiplas e sutis formas, determina tênues diferenciações entre anormalidade e normalidade, aceitos e recusados, bons e maus, aptos e inaptos; o que serve e o que não serve, o que se deve aceitar e o que se deve recusar. O exercício investigativo – mediado pela análise de três corpus documentais (normativos, teóricos e metateóricos) – mostra diversas tipologias de sujeitos: selecionados, classificados, certificados, conduzidos, agenciados, gestionados, premiados ou castigados; com direitos e obrigações (a de ser avaliado); submetidos perpetuamente a procedimentos de avaliação e exame. Esta análise evidencia como a avaliação instalada nos sistemas educativos, funciona através de uma pluralidade de práticas e discursos como dispositivos de constituição de sujeitos. A avaliação, à maneira de um novo panóptico opera como ferramenta para a homegeneização; para a vigilância dos indivíduos, das instituições, das populações, para sua regulação, sua gestão, sua normalização, sua objetificação, seu controle e seu domínio.

Palavras-chave (Tesauro de Ciências Sociais da Unesco): avaliação, avaliação educacional, poder, avaliação e controle, avaliação e disciplina.