2. Ficha del artículo – vol 11 n°2

Pluralidad humana en el destierro

Human plurality in exile

Pluralidade humana no desterro

Autores:

 

Marta Beatriz Gaviria-Londoño, Colombia
Profesora Universidad de Antioquia

María Teresa Luna-Carmona, Colombia
Profesora-investigadora del Cinde y la Universidad de Manizales

Vol.11, N°2 pag. 475-491  /  DOI:10.11600/1692715x.1122141112
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Resumen (analítico): Objetivos:

Contar “otra historia” del destierro para iluminar la comprensión del problema identitario de los desterrados y del fenómeno político del destierro. Alcance: Estudio desarrollado en Medellín, la segunda ciudad del país con mayor recepción de desterrados en Colombia. Metodología: A partir de entrevistas conversacionales a seis hombres y mujeres residentes de Medellín, que habían sido expulsados violentamente de la zona rural; construimos autobiografías, en las que se da forma y representa el tejido de significados de la experiencia, creamos y aplicamos una matriz interpretativa sobre la triple mimesis ricoeuriana. Resultados: Puede leerse en las autobiografías que el destierro, visto como acontecimiento narrativo, es una historia singular, una pérdida de mundo que no comenzó ni terminó con la expulsión; evidencia una democracia reducida, la precariedad del Estado social de derecho, una profundización de injusticias y otras violencias; y revela al sujeto desterrado como ser en movimiento con distintas formas de aparecer en el mundo, libre y capaz de iniciar algo nuevo como persona ética y política. Conclusiones: Narrar humaniza al desterrado, lo singulariza como “cuerpo”, mostrando que como ser en movimiento es un sujeto ético y político.

Palabras clave (Tesauro de Humanidades EbscoHost): pluralismo, refugiados políticos, autobiografía, hermenéutica.

Abstract (analytical): Objectives:

To tell“another story” of banishment to enlighten the understanding of the identity problem of the exiles and of the political phenomenon of banishment. Scope: A study conducted in Medellin, the second most important city in the country with the highest rate of exilereception in Colombia. Methodology: From conversational interviews to six men and women residents of Medellin, who had been violently expelled from rural areas; we build autobiographies, in which we shape and represent the fabric of meanings of experience, we create and apply an interpretative matrix on the triple Ricoeuriana mimicry. Results: It is possible to read in the autobiographies that banishment, seen as a narrative event, is a unique story, a loss of world that did not begin or finish with the expulsion; it evidences a reduced democracy, the precariousness of democracy, a deepening of injustices and other types of violence; and it reveals the banished subject as a moving being with different ways of appearing in the world, free and capable of initiating something new as an ethical and political person. Findings: Narrating humanizes the banished; it singularizes him/heras a “body”, showing that as a moving being he/she is an ethical and political subject.

Key words: Pluralism, political refugees, autobiography, hermeneutics (Ebsco–Host. HumanitiesThesaurus).

Resumo (analítico): Objetivos:

Contar “outra história” do desterro para iluminar a compreensão do problema identitário dos desterrados e do fenômeno político do desterro. Alcance: Estudo desenvolvido em Medelín, a segunda cidade do país com a maior recepção a desterrados da Colômbia. Metodologia: A partir de entrevistas conversacionais com seis homens e mulheres residentes em Medelín que tinham sido expulsos violentamente da zona rural; construímos autobiografias nas quais se dá forma e representa o tecido de significados da experiência, criamos e aplicamos uma matriz interpretativa sobre a tripla mimesis ricoeuriana. Resultados: Pode-se ler nas autobiografias que o desterro, visto como acontecimento narrativo é uma história singular, uma perda do mundo que não começou nem terminou com a expulsão; evidencia uma democracia reduzida, a precariedade do Estado social de direito, um aprofundamento de injustiças e outras violências; e revela ao sujeito desterrado como ser em movimento com distintas formas de aparecer no mundo, livre e capaz de iniciar algo novo como pessoa ética e política. Conclusões: Narrar humaniza o desterrado, o singulariza como “corpo”, mostrando que como se em movimento é um sujeito ético e político.

Palavras-chave (Tesauro de Humanidades EbscoHost): pluralismo, refugiados políticos, autobiografia, hermenêutica.